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Sem Chiadeira #5

Revista Palco Gospel nº 5 – Coluna Sem Chiadeira

Olá!

Desta vez iremos abordar um tema delicadíssimo… Um relacionamento em que sempre sobram farpas de um lado para outro, por mais que se busque a prática do amor ao próximo como a si mesmo: a relação entre músicos e a equipe de áudio.

Como neste caso jogo nos dois times e, não posso bater em mim mesmo (opa, peguei pesado demais?), tentarei aqui me desdobrar e dizer o que o meu “eu músico” e o meu “eu técnico” esperam um do outro e, assim, ajudar outros músicos, operadores e roadies.

Como músico, gostaria que operadores e roadies…

  • Conhecessem o som (timbre) do meu instrumento e a melhor forma de captá-lo (tipo de combo, tipo de microfone, uso de direct box, etc.).

  • Indicassem os locais onde posso ficar, as conexões de energia e de áudio e, se necessário, me ajudassem com essas coisas.

  • Fossem transparentes quanto aos recursos disponíveis e limitações do equipamento e da equipe técnica.

  • Havendo mais de uma opção de ligação, ou microfonação, que soubessem transmitir isso oferecendo os elementos para que eu pudesse tomar a melhor decisão.

  • Testassem e ajustassem o som e o retorno de meu instrumento (ou voz) antes do início do culto, ou apresentação (passagem de som).

  • Por falar em retorno, a última coisa, mas não menos importante, é que pudessem me oferecer um retorno minimamente audível.

Agora, como operador de áudio, gostaria que os músicos…

  • Chegassem com a antecedência necessária para fazer a passagem de som e realmente a fizessem.

  • Respeitassem os pedidos para abaixar o volume, alterar a equalização, ou aumentar o volume (sim, já vi músico reclamar de pedido para aumentar o volume).

  • Não usassem seus retornos, ou combos, no último volume, às vezes encobrindo um companheiro ou o próprio PA.

  • Tivessem consciência de que o som do PA e do retorno nem sempre são iguais e que, o mais importante, é o som que vai para o público.

Bom, fora as expectativas, atrapalham o relacionamento aqueles casos em que uma parte quer saber mais do que a outra, teimosia, intransigência, narizes empinados, etc.

O que ajuda o relacionamento? Diálogo, afinal já diz o dito popular que conversando a gente se entende. E também preparo e conhecimento.

É possível sim músicos e equipe de áudio viverem em harmonia, principalmente quando fazemos nosso trabalho para o Senhor.

Depois desse tema espinhoso, não poderia terminar se não com a saudação de Judas, no versículo 2, “misericórdia, paz e amor lhes sejam multiplicados”.

Filippo Valiante Filho

1 Comentário

  1. washington says:

    oi ! verdade sou tecnico e nas reunioes tecnicas na igreja resolvemos este problema de cubos altos x monitores mediucres
    com a retirada total dos cubos!! e monitoraçao com fones e power play, e o resltado esta excelente!!!

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