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Louvor & Adoração

Este é um esboço de estudo sobre louvor e adoração, procurando cobrir os principais pontos nesses assuntos, incluindo as questões da música, dança e arte. Sugiro a leitura de todas as referências bíblicas citadas ou, ao menos, as sublinhadas.

A idéia deste estudo é proporcionar uma visão geral e bíblica sobre louvor & adoração, especialmente (mas não só) para o pessoal envolvido com áudio nas igrejas. Como o ministério de L&A é o que mais mantemos contato, é fundamental entender sua visão também. Ressalto que não quero, de maneira alguma, esgotar o tema, e que também, esta visão pode não refletir a de muitas denominações evangélicas; portanto, verifique qual o posicionamento da sua igreja e de seu pastor!

 

Perguntas Iniciais

  • Qual a primeira idéia que lhe vem a cabeça sobre louvor e adoração?
  • Existe alguma diferença entre louvor e adoração?
  • Quem pode louvar?
  • A quem se pode adorar?

 

Definições

Diferença entre louvor e adoração (dicionário):

  • Louvor -> elogio, exaltação, glorificação, aplauso, aprovação
  • Adoração -> amor extremo, excessivo; render culto a Deus

Louva-se fisicamente: Sl 145:21

Adora-se espiritualmente: Jo 4:23-24

 

Música

Arte -> expressão dos sentimentos, da alma do artista. Parte do cotidiano de toda a natureza e também do ser humano.

Abrangência -> única arte totalmente universal na sua interpretação; irrestrita; não possui barreiras; não necessita que se fixe a atenção na música.

Relações com o ser humano:

  • Na visão secular ->   emoção x  melodia  /  mente   x  harmonia  /  corpo   x  ritmo
  • Na visão cristã->  espírito  x  melodia  /  alma  x  harmonia  /  corpo  x  ritmo

Aspectos terapêuticos, musicoterapia -> utilizada no tratamento de diversas doenças na medicina (como tratamento alternativo ou auxiliar) e na psicologia. A música desenvolve raciocínio lógico e matemático, sociabilidade, criatividade, linguagem, sensibilidade, o emocional e a capacidade cerebral. Raciocínio espacial e coordenação motora também aparecem ligados ao aprendizado de instrumentos musicais.

 

Dança

Arte -> expressão dos sentimentos, da alma do artista.

Parte do cotidiano de toda a natureza e também do ser humano.

Abrangência -> pode ter interpretações diferentes conforme a cultura (especialmente quanto a nações ou grupos étnicos); pode haver barreiras para a dança e expressão corporal; necessita fixação da atenção.

Normalmente ligada/dependente da música embora não necessariamente (expressão corporal).

Aspectos terapêuticos -> semelhantes ao da música, especialmente quando combinados. Os aspectos motor, emotivo e social são preponderantes.

Como a Bíblia trata a dança?

  • Colocada como forma de divertimento social, expressão de alegria, ato de adoração e parte de jogos infantis. Demonstra que era algo normal e parte da vida diária de homens, mulheres e crianças. Exemplos: Miriam, Davi, Filho Pródigo, salmos, citações de Jesus, etc. Referências: Ex 15:20, 32:19; Ec 3:4; Jó 21:11; I Sm 18:6, 21:11, 29:5; II Sm 6:14,16; Jr 31:4,13; Jz 11:34, 21:19-21; I Rs 18:26; Sl 150:4; Mt 11:17, 14:6; Mc 6:21,22; Lc 7:32, 15:25.

Ainda existem algumas barreiras no meio cristão para certos ritmos e também para a dança, tidos como pertencentes ao diabo. Porém resta uma questão, como o ritmo ou a dança podem pertencer ao diabo se ele não tem nem a chave de onde mora? As chaves da morte e do inferno estão nas mãos de Jesus (Ap 1:18).

Claro que uma dança sensual não agrada a Deus, mas não há problema na dança em si.

Claro que o diabo sabe usar a música para influenciar pessoas, ele é um músico melhor do que qualquer ser humano na face da Terra, aprendeu no céu, ministrando louvor perante Deus como querubim, mas não possui uma música que seja sua, possui apenas pessoas que tocam músicas para (ou por) ele.

 

A Natureza Divina da Música

A música tem sua origem em Deus:

  • A música durante a criação – Jó 38:4-7.
  • Sobre Lúcifer, ministro da adoração a Deus no céu – Ez 28:13.
  • Primeiras referências bíblicas sobre instrumentos musicais (na humanidade) – Gn 4:21,22.
  • A Bíblia traz exemplos de cânticos do Pentateuco ao Apocalipse.

 

Quem e A Quem…

Quem pode louvar? (tudo e todos) – Sl 150:6; Sl 148.

A quem se pode louvar? (Deus, diabo, homens) – II Co 10:18 (Deus louva o homem).

A quem se pode adorar? (Deus, diabo, homens) – Mt 4:8-11 (tentação de Jesus).

A quem se deve adorar? (Deus) – Mt 4:9; Hb 1:6 (os anjos adoram Jesus); Lc 1:46-55 (cântico de Maria); Ap 19:10 (não se adora a anjos).

 

O Poder do Louvor e da Adoração

A música e a dança têm, por si e em si mesmas um grande poder, mas há um segredo especial no louvor e na adoração: Deus habita no meio dos louvores (Sl 22:3)!

O louvor e a adoração:

  • Quebra cadeias – At 16:25,26 (Paulo e Silas)
  • Tira angústia – Is 61:3
  • Liberta – I Sm 16:14-17,23
  • É profético – I Cr 25:1
  • Traz vitória na guerra – II Cr 20:20-22

 

Como Deve Ser o Louvor e a Adoração?

  • Em espírito e em verdade – Jo 4:23-25
  • De todo o coração – Sl 9:1-2
  • Por meio de Jesus, como sacrifício – Hb 13:15
  • Com cânticos espirituais – Ef 5:18-21; Cl 3:16
  • Com arte, novidade e com júbilo – Sl 33:1-3; Lc 24:52,53
  • Com entendimento – I Co 14:15
  • Em santidade, com oferendas – I Cr 16:29 (a oferta é uma forma de adoração)
  • Como forma de agradecimento – II Cr 20:28,29; Sl 147
  • Em todo tempo – Sl 145:1-4; I Cr 25 (24 horas de adoração profética no templo pelos levitas)

Prostrar-se, ajoelhar-se, como símbolo de submissão, respeito e rendição. Apenas o ato de prostrar-se já é adoração. Referências: Ex 4:31, 34:8; II Cr 7:3; Sl 95:6, Sl 66:4 (toda a Terra); Ne 8:6; Mt 28:9; I Co 14:25.

 

Conclusão

Agora que aprendemos um pouco mais sobre louvor e adoração, sugiro a leitura de I Cr 16:7-36, um dos mais belos cânticos de adoração da Bíblia, o “Salmo de Gratidão de Davi”.

Vivamos uma vida de adoração a Deus!

 

No amor de Cristo,

Filippo

 

Nota: Para mais informações sobre os aspectos técnicos do louvor e da adoração recomenda-se a leitura da visão do ministério de som, que também é aplicável a esse ministério.

6 Comentários

  1. jason correia campos says:

    ola Filippo que a paz do SENHOR esteja contigo eu faço parte da igreja episcopal carismatica do brasil aqui em recife-pe catedral  do janga paulista eu gostei muito de seus comentario e aulas sobre audio nas igrejas principalmente porque tudo tem embasamento biblico eu gostaria de receber materiais seu sobre esses assuntos eu quéro muito poder ajudar a minha igreja a melhorar a qualidade do som gostaria de saber se vc tem algum material em video eu quero muito aprender a mixar e masterizar e fazer uma boa equalização e tirar um bom som na minha igreja eu não disponho de recursos financeiro mais dependendo do preço pela graça de DEUS eu vou fazer de tudo para adiquirir o seu material aquardando sua resposta porfavor me de retorno e que DEUS te abençoe ricamente e que vc possa sempre ser um cdanal de bençam nas vidas das pessoas atravéz de DEUS desculpe os erros de portugues 

  2. jason correia campos says:

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  3. Luiz says:

    Parabéns!!!

  4. A influência da música na saúde mental
    Ivone Boechat

    A música se destaca dentre as expressões artísticas, desde os primórdios da narrativa bíblica. No século VI a.C, Pitágoras afirmava: “A música e a dieta são os dois principais meios de limpar a alma e o corpo e manter a harmonia e a saúde de todo organismo”.
    Nada no planeta escapa aos efeitos da música. Ela interfere em tudo: na digestão, na produção de secreções, na circulação sanguínea, nas batidas cardíacas, na respiração, na nutrição e nas inteligências.
    O alemão Tartchanoff, especialista nos fenômenos cerebrais, provou que “A música exerce poderosa influência sobre a atividade muscular, que aumenta ou diminui, de acordo com o ritmo, o volume, o estilo”. Os sons são dinamogênicos, isto é, aumentam a energia muscular em função de sua intensidade e ritmo. Ou o inverso: a música pode paralisar. O uso errado da música encurta a vida e, corretamente usada, ajuda a preservá-la. As batidas cardíacas podem ser reguladas ou transtornadas pelos sons musicais. O rock, por exemplo, faz mal à saúde física e mental, e vicia tanto quanto qualquer droga química. Um rock-dependente submetido a um tratamento de desintoxicação mental demora muito para curar a desarmonia no seu metabolismo.
    Já os ritmos harmoniosos são estimulantes, sedativos, ajudam a recuperar o sono e fixam a memória. A medicina usa a música na terapia de partos, cirurgias, tratamentos dentários etc. Empresas de saúde entretêm pacientes em sala de espera com música suave, neutralizando a ansiedade.
    Médicos de Los Angeles, EUA, selecionam músicas para relaxar no tratamento de pacientes com dores. No Brasil a música é usada na assistência a doentes terminais. 
    Há muito se sabe que a música estimula a produção no trabalho. Em restaurantes, se inteligentemente usada, ela estimula o apetite, o romantismo, a confraternização, as comemorações. Nos quartéis, desperta o espírito cívico. A Bíblia conta, por exemplo, que o rei Jeosafá usou um grandioso coral e uma banda de música para intimidar o inimigo (II Cr 20). Ganhou a batalha!
    Shakespeare dizia que a música: “Presta auxílio a mentes enfermas, arranca da memória uma tristeza arraigada, arrasa as ansiedades escritas no cérebro e, com seu doce e esquecedor antídoto, limpa o seio de todas as matérias perigosas que pesam sobre o coração”.
    Para cada ambiente há ritmos, sons e volumes apropriados. Porém, o volume acima de 60 decibéis, segundo órgãos internacionais de saúde, pode causar espasmos e lesões cerebrais irreversíveis. Mais de 90 decibéis, e o excesso sonoro e rítmico calcificam parcialmente o cérebro, bloqueando a memória. A mensagem externa não pode ser gravada, porque a química está alterada pelo excesso de adrenalina.
    A epilepsia musicogênica resulta do excesso de ruídos musicais, incluindo convulsões. A lesão produzida pelo mau uso do som pode até matar, se a vítima não for adequadamente tratada. Desde o quarto mês de gestação, os bebês já podem perceber a agressão externa pela inteligência corporal. A ansiedade de uma grávida onde o som ultrapassa os limites humanos de segurança é percebida e registrada pelo feto.
    Hoje, muitos jovens têm problemas de audição comuns em idosos, o que explica o volume exagerado de músicas em festas e cultos. Isso leva a sons cada vez mais altos. Outros efeitos negativos são irritabilidade, memória confusa, baixa aprendizagem, baixa autoestima, insônia, cefaleia, vômitos, impotência, morte etc.
    Na Alemanha, um estudo revelou que 70 decibéis sistemáticos de “música” causam constrição vascular – mortal, se as artérias coronárias já estiverem estreitadas pela arteriosclerose. Quem usa marca-passo deve fugir desses ambientes! É comum o mal-estar súbito em pessoas durante festas em que a música, ao invés de ser um bem passou a ser arma. É uma questão de saúde pública!
    Se usada com equilíbrio, a música sensibiliza, entusiasma, fortalece a memória, consola, tranqüiliza, desperta a atenção, mobiliza  inteligências…
    A música deve ser usada inteligentemente, como recomenda um dos maiores músicos da antiguidade, Rei David: “ Pois Deus é o Rei de toda a Terra; cantai louvores com inteligência.” Sl 47:7 .
    Nos céus de Belém, anjos cantaram naquela noite em que a Internet de Deus se abriu à humanidade, em sons harmoniosos e o data-show celestial revelou “… novas de grande alegria…” Lc 2:10

    Extraído do livro A família no século XXI 1ª edição Reproarte 2001 RJ

  5. Ministro de música

    1. Toda pessoa tem o sagrado direito de frequentar os cultos e atividades da igreja e de sentir-se muito feliz, sereno, confortado, em qualquer idade.

    2. O ouvido tem alta sensibilidade e suporta confortavelmente, por uma, duas horas, no máximo, 50 decibéis. Passou disso, além do mal que faz à saúde, incomoda muito.

    3. Todo instrumento pode ser usado no louvor, mesmo sabendo que há aqueles próprios para o culto.

    4. Culto não é show.

    5. Não existe hino ou música velhos.

    6. É preciso selecionar hinos próprios para cada ocasião, com mensagem, poesia, melodia, harmonia, ritmo. Ritmos assincrônicos desorganizam a química cerebral. Derrubam pessoas e até muros. Josué 6:20  Juízes 7:18

    7. Fundo musical durante o culto não pode interferir, desconcentrar, incomodar; use-o com muita inteligência. Ninguém suporta um teclado dedilhado pra lá e pra cá, aleatoriamente. Se for um hino próprio para a ocasião, baixinho, tudo bem, mas notas soltas…nem pensar.

    8- A música tem o poder de mobilizar as estruturas mentais. 

    9- Culto animado não é sinônimo de barulho. Reverência, participação, adoração, comunhão, consagração, dedicação, apontam para o equilíbrio. O templo não é um lugar sombrio, triste, com silêncio sepulcral, é um espaço de alegria, louvor, transformação, decisões.

    10- Se você faz parte da equipe de músicos, nunca fique se distraindo e brincando com os instrumentos no altar, após o culto.

    “E Quenanias, príncipe dos levitas, tinha cargo de entoar o canto; ensinava-os a entoá-lo, porque era entendido nisso.” 1º livro de Crônicas 15.22.

                                                Ivone Boechat

  6. Ambientes barulhentos agridem o bebê

    Na 22ª. segunda semana de gravidez, a cóclea, órgão que abriga todos os componentes da audição dentro da orelha interna, já está completamente formada. Isso quer dizer que o bebê ouve a mesma coisa que você.

    Estudos já demonstraram que o líquido amniótico pode amplificar alguns tipos de som, como os muito graves. A voz da mãe também é amplificada em cerca de 5 decibéis. 

    Um estudo chegou a mostrar que mulheres que trabalhavam oito horas por dia num ambiente de muito barulho (em volumes que exigiam proteção auricular) corriam mais risco de ter bebês com problemas auditivos. 

    Além disso, é preciso considerar que um barulho muito forte faz com que o organismo da mãe produza hormônios ligados ao estresse, fazendo o coração acelerar, o que não é bom para a saúde cardíaca do bebê. 

    Os bebês, desde o útero materno, ouvem e reconhecem vozes. Sabe-se também que são capazes de sentir emoções da mãe, de se assustar e que após o nascimento terão memórias da vida intra uterina. 

    O psiquiatra canadense Thomas Verny explica no livro “Bebês do Amanhã: Arte e Ciência de Ser Pais”, que desde os primeiros meses de gestação, a criança é capaz de identificar certos acontecimentos.

     “Com 4 meses e meio, se você acender uma luz forte na barriga de uma gestante, o bebê vai reagir. Se fizer um barulho alto, ele tenta colocar as mãos nas orelhas. Se colocar açúcar no liquido amniótico, ele vai dobrar a ingestão. Bebês gostam de açúcar! Quando se coloca algo amargo, o bebê para de tomar o líquido e faz cara feia. Eles sentem a diferença entre doce e amargo, reagem à luz, ao toque e ao barulho.”

    Vídeo-game e todos os brinquedos sonoros devem ser avaliados pelo som que emitem. “O sistema auditivo é um órgão sensorial extremamente delicado e passível de lesões se for muito carregado, principalmente em bebês, que têm uma sensibilidade auditiva muito apurada. A célula ciliada do ouvido interno do bebê sofre com o ruído excessivo e esse abuso pode acabar levando à sua destruição”, alerta o otorrinolaringologista Jamal Azzam.

    A indicação é sempre manter os pequenos longe de ambientes muito barulhentos, seja um local fechado ou na rua, onde o som do trânsito também causa incômodo. Se for inevitável fugir desses locais, o ideal é proteger os ouvidos da maneira certa. “Muitos pais usam algodão para tapar o canal auditivo, mas isso não garante a vedação necessária do som. Uma opção é usar fones de ouvido de boa qualidade que preservem a audição”, finaliza Azzam.

    “Há uma região no cérebro chamada “tálamo”. Esta é a parte do cérebro na qual a música é percebida. No tálamo as emoções, sensações e sentimentos são percebidos antes destes estímulos serem submetidos às partes do cérebro responsáveis pela razão. A música, portanto, não depende do sistema nervoso central para ser assimilada imediatamente pelo cérebro. Ela passa pelo aparelho auditivo, pelo tálamo e depois vai ao lobo central.
     
    A “batida” que substitui o ritmo provoca um estado de emoção que a mente não discerne. Desorganiza a química. As batidas graves da percussão afetam o líquido cerebrospinal.
    O volume (amplificado) das músicas acima de 50 decibéis prejudica a audição e a saúde cerebral”.

    Ivone Boechat

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